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vive em mim

já não sou eu que vivo

vive em mim

já não sou eu que vivo

Assaliarados

Hoje imaginei que o Senhor das terras descia à praça. E eu estava lá, com os meus companheiros, impaciente.
Como na imagem evangélica, o Senhor recrutava cada um de nós, desde que disponíveis, para o trabalho: "Tu, tu e tu. Ide vós também para minha vinha!"
Estou certo que este Senhor tudo providencia: o local de trabalho, as ferramentas, a alimentação, a orientação de tarefas, o salário.
Se eu apreendesse a profundidade desta dádiva, da oportunidade de realização e de crescimento pessoal que isto encerra, talvez olhasse e sentisse a Vida, com outra alegria! E desse simplesmente Graças pelo dom da Vida... em mim!

Não é o serviçal que faz crescer a cultura. Este simplesmente lavra e fertiliza a terra, espalha a semente e a cobre de cuidados...

Curadores

Lê-se num anúncio publicitário de uma conhecida marca de relógios: Você nunca é verdadeiramente dono de um R. Simplesmente cuida dele, até à próxima geração. Esta frase, quase genial, ocupa no meu coração um importante espaço de edificação. Sinto que é uma verdade simples que se aplica a tudo o que somos e a tudo o que temos (e que na verdade nos é apenas confiado). Família e bens pessoais, amigos e ocasiões, colaboradores profissionais e utensílios de trabalho, tudo nos é simplesmente confiado pelo Criador para que cuidemos do Mundo, da Vida, da Criação. O ancestral gesto da oferenda aos deuses, das primícias das culturas, não é senão o reconhecimento deste princípio: o curador devolve ao seu Senhor uma "amostra" do melhor dos seus cuidados...

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