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vive em mim

já não sou eu que vivo

vive em mim

já não sou eu que vivo

Esperança, Paciência e Perseverança

"Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação, perseverantes na oração."
Carta aos Romanos, 12

"If you have hope, this will make you cheerful. Do not give up if trials come up and keep on praying."
Versão inglesa do portal pray-as-you-go desta manhã.

Da Alegria

"A alegria é fundamental na vida cristã e também na oração. Podes chegar triste à oração, mas é importante que saias dela sentindo a alegria do encontro com Deus. Podes chegar à oração sentindo o peso das dificuldades mas é preciso que saias dela sentindo a leveza do Espírito Santo. Podes chegar sozinho à oração, mas é preciso que saias dela na companhia de Jesus Cristo Ressuscitado."
Da introdução à edição do portal audio "passo-a-rezar.net" de 29 de outubro de 2015.

O jardineiro

Enquanto um grupo de deputados desce a escadaria do vetusto edifício do Parlamento, o meu olhar e reflexão fixam-se num canteiro simples, revestido a relva perene, e eu penso nas gerações de jardineiros que o têm mantido. Imagino-os tratando daquele jardim sob a relativa indiferença dos que sobem e descem a escadaria da História. Pensei: eu sou como um jardineiro, que procura manter os canteiros que tem a seu cargo, limpos e sãos. Assim é um contratado do Senhor!

Madrugada

Though my soul may set in darkness, it will rise in perfect light; I have loved the stars too fondly to be fearful of the night.
Sarah Williams
in daily Gratefulness messages (portal www.gratfulness.org), edição de 06-08-2015.

Em missão

Todos os dias saio "em missão". Por Graça, não necessito de "buscar emprego" pois o Senhor me recrutou e me envia incessantemente... Vêm ao encontro desta inspiração as seguintes palavras da emissão de hoje de pray-as-you-go: It is not unusual for people to ask themselves “what work does God require of me?” Jesus’s response seems to be “just accept the work God has done for you!”

Numa relação com

Todo relacionamento comporta atrito (não há vida sem atrito). É uma questão epidérmica. Se o perfume de alguém nos atrai, ou um olhar, um sorriso; se a curiosidade nos chama, é porque não nos sentimos completos mas limitados. Acreditamos que um bom relacionamento nos alarga os horizontes, nos enriquece, nos proporciona condições para ir "mais longe". E porque nem sempre as nossas motivações são generosas, facilmente nos envolvemos em relacionamentos "de interesse"; falsos (ainda que bem reais) relacionamentos!

Que dizer, então, do relacionamento, fundador, com o Criador? Será desprovido de atritos? Deveria sê-lo mas, na condição limitada do nosso corpo, é possível que nem esse relacionamento escape à contingência do atrito.

Todo o relacionamento comporta Tempo, investimento de tempo. Pode ser um dos aspetos que mais nos responsabiliza: a gestão do tempo nos relacionamentos. Do relacionamento Fundador aos relacionamentos de propósitos estritamente sociais, passando pela família...

Da noite

O fim do dia pode ser como uma metáfora do fim da vida: "agora e na hora da nossa morte". Não desprezo uma idéia assim. Porque haveria de ignorá-lá, afastá-lá do meu pensamento? Pelo contrário. Eis que a noite chega e com ela o balanço do dia. Jesus está a meu lado, carinhosamente interessado nas minhas conclusões. E eu, sinto uma gratidão enorme pela paz e tranquilidade que me fez desfrutar neste dia!

Conflitualidade

Conflito. É inerente à Vida. Vejo, muitas vezes, esta última, como a luz resultante da entrada de um meteorito na atmosfera. Viajando no espaço, são sem propósito mas, assim que acidentalmente entram na atmosfera, manifestam-se em Luz, consumindo-se a si mesmos.

Conflito. Parece inerente a qualquer relacionamento. Conosco mesmos, com os que amamos, aqueles com quem trabalhamos... Haverá até, em alguma medida, conflito com o Divino já que de um relacionamento se trata. Então, cuidemos da relação com paciência e tolerância. Aceitemos a confltualidade como coisa natural, manifestação de Vida, de Luz...

Narrativa

Eu, que oro diariamente pela adoção de um estado de pobreza, que me liberte para o Espírito, não haveria de surpreender-me com as limitações da minha vida. Percebi que sou senhor da minha narrativa. Sou eu que, incessantemente a re-escrevo. Mas sei, também, que não o faço só. Que o Senhor, a meu lado, se debruça sobre a folha de papel e inspira, profunda e completamente, a minha narrativa, a narrativa da minha vida. Neste sentido, só pode terminar "bem". Sou eu que o escrevo...

Do(s) filho(s) pródigo(s)

Nenhum dos filhos, mais velho e mais novo, tem um sentido de gratidão. O mais novo sai, como insatisfeito, mas acaba por reconhecer, tarde embora, o que perdeu com a troca; o mais velho estava aparentemente satisfeito pois não pensou em sair da casa do pai, mas o seu descontentamento veio a manifestar-se com o regresso do irmão. Esta estória também mostra como é difícil percecionarmos o que está bem na nossa vida e agradecer por isso a cada dia. Podemos precipitarmo-nos e deixar o que temos de bom ou, acomodando-nos, perder o senso do valor do bem de que desfrutamos.

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